Odeio publicar o que eu escrevo...(mas esse é antigo) Poema Feio Quem achará a beleza destas linhas Sendo profundamente minhas, creio que ninguém me conheça o bastante para nelas reconhecer-me Que dirá a pouca utilidade das palavras que soltas não são nada e formam na mente um emaranhado Se encaixam errado, você escreve mal quem saberá as idéias que aqui passaram Dei um sentido sem nenhuma finalidade E nessa inutilidade, não espero nem entendimento Mas quem se importa em entender São apenas palavras minhas Sendo minhas, vem de mim Vindo de mim, sou eu E não me importo com o que pensam de mim Nem com este poema feio Nem com estas linhas tortas
Gabrielle Paulanti - Postado por: Gabi Paulanti às 00h51 [ ] [ envie esta mensagem ] Dia das mães Po, mãe é foda! Eu amo demais a minha mãe, quem a conhece sabe, ela parece não ser uma mãe convencional, mas é sim. Apesar dela ser motociclista, ter um visual chocante, ela leva leitinho na cama, fica acordada até eu chegar, enfim, te amo mamãezinha!
- Postado por: Gabi Paulanti às 23h12 [ ] [ envie esta mensagem ] Que coisa! A vida prega cada peça na gente...Quantas vez já não nos imaginamos no futuro, mesmo que próximo? Cara, a gente sempre erra! A vida, o destino, sei lá, sempre surpreende a gente, nunca acontece o que imaginávamos. Po, eu imaginei a um ano atrás que agora tudo estaria de uma forma totalmente diferente do que está sendo. Engraçado, acontece muito das coisas se repetirem, como se fosse um ciclo, principalmente sensações e emoções já sentidas em dados momentos que jamais pensamos que voltaria a se repetir, isso também acontece com situações...Como também coisas totalmente novas, situações nunca antes pensadas, pessoas que pensamos que ficariam para sempre e se vão, assim como pessoas que chegam do nada e em pouco tempo são essenciais. Que droga! Nunca temos idéia das provações e desafios que estão à nossa frente e nem quem estará ao nosso lado quando elas acontecerem. - Postado por: Gabi Paulanti às 13h17 [ ] [ envie esta mensagem ]
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